Mobilidade 2

Por André Geniselli

A Mobilidade não é apenas uma das chaves para o futuro da TI. É também uma importante arma do presente tecnológico, com crescimento nas vendas acima de 100% para Tablets e Smartphones, em relação aos últimos anos. Motivos de sobra para os canais ficarem atentos às oportunidades da área.

Considerada como uma das principais chaves do futuro da TI, a Mobilidade não é mais uma simples tendência. É uma realidade que está cada vez mais próxima de nosso dia a dia, alterando as formas de comunicação, relacionamento e produção, dos mais variados campos da vida social e profissional do planeta.

 Não por acaso, a mobilidade deixou de ser uma busca para o amanhã e passou a ser uma questão fundamental para o presente. Hoje, a necessidade de acesso às informações em qualquer horário e local, em dispositivos ainda mais práticos e completos, está em pauta na vida de bilhões de pessoas e inúmeras corporações. Assim, o desenvolvimento das tecnologias móveis assume-se como uma importante e estratégica área para os negócios do mundo da TI.

O IDC, por exemplo, aponta a mobilidade como um dos quatro pilares da “Terceira Onda de TI”, que indica o aumento da consumerização de serviços tecnológicos e a própria indústria móvel como caminhos para uma nova era da produção tecnológica global. A mobilidade, ao lado de questões como as redes sociais, Big Data e analytics, formariam os pontos-chaves para entendermos e ampliarmos os cenários da TI.

Essa é a visão de João Carlos Bruder, analista de Telecomunicações do IDC. Ele explica que as tecnologias móveis estão inseridas em uma transformação ampla, que vem modificando as formas de utilização e produção tecnológica. “Até hoje, o método de fazer a TI, basicamente, era investir em um computador e toda sua infraestrutura física. Agora, nós temos, por exemplo, os serviços em Cloud, com dados que muitas vezes nem sabemos onde estão, mas que precisam ser acessados diretamente de um smartphone ou tablet”, diz o analista.

Além disso, Bruder acredita que com as redes sociais e as formas de contato em tempo real, a Mobilidade tornou-se o ponto mais evidente dessas transformações. “Se observarmos mais atentamente, a mobilidade é o mais visível dos pontos desta Terceira Onda de TI que apontamos, pois todo mundo tem seu smartphone, busca seus aplicativos e, no fim, disponibiliza informações”, avalia o especialista.

 

OS DISPOSITIVOS MÓVEIS

Levar as informações para qualquer lugar e em qualquer situação. O conceito básico da mobilidade está se ampliando, mas seria impossível torná-lo presente em volta do globo sem o fortalecimento de uma indústria: a dos dispositivos móveis. Smartphones, Tablets, Notebooks e Ultrabooks, portanto, assumem papel especial no crescimento da área.

Para comprovar esse cenário, basta notar que as vendas de aparelhos móveis continuam com destaque no comércio brasileiro, especialmente para os celulares e tablets. De acordo com levantamentos do IDC, no terceiro trimestre de 2013 foram comercializados 1,8 milhão de tablets, o que representou crescimento de 134% em relação ao mesmo período em 2012. com relação ao mercado de celulares, os resultados foram ainda melhores. O instituto registrou, entre julho e setembro do ano passado, a venda de 17,9 milhões de aparelhos celulares no país (10,4 milhões de smartphones), o que reforça um aumento de 147% diante do mesmo período de 2012 e 20% em relação ao segundo trimestre de 2013.

É nesse cenário que a Samsung se apoia. A empresa pretende manter o foco no desenvolvimento de novos dispositivos, que atendam as demandas de usuários e companhias, em busca por maior conectividade e praticidade. “Acessibilidade é a grande onda do mercado, onde qualquer um pode ter acesso a dados e informações em qualquer lugar. Isso oferece um ganho em produtividade enorme para os consumidores finais e para as empresas”, diz Jailson Patrocínio, diretor de Produtos e Operações.

Também investindo em mobilidade está a Positivo. A empresa atua com linhas completas de notebooks, tablets e smartphones e aposta em um crescimento ainda mais forte para este ano. “Os brasileiros são muito ligados à tecnologia e desejam ter os últimos produtos lançados pelo setor. Por isso, nós investimos fortemente em pesquisa e desenvolvimento para oferecer dispositivos com tecnologia avançada”, afirma Vicente Soares, diretor comercial de Canais Indiretos. O executivo acrescenta que a expectativa é que os tablets e celulares inteligentes ganhem ainda mais destaque no cotidiano dos clientes.

a LG aposta em novos recursos para intensificar a mobilidade proposta por seus dispositivos. Para Barbara Toscano, gerente geral da área de Celulares da companhia, a grande demanda está na velocidade de resposta dos dispositivos e no acesso à internet. “Tanto no âmbito profissional quanto pessoal, estar conectado tem se tornado cada vez mais uma commodity. Por essa razão, temos trabalhado para ouvir e aprender o que o consumidor quer, dentro do conceito “aprendendo com você”. Com os insights dos clientes, a LG tem focado seus esforços em entregar soluções e funcionalidades que atendam essas demandas”, analisa a executiva.

 

 AS TRANSFORMAÇÔES DO MUNDO MÓVEL

A proximidade das tecnologias móveis com o conceito de conectividade não é mera coincidência. Um dos grandes trunfos da mobilidade é, justamente, a possibilidade de se ter conexão em qualquer hora e lugar e a partir de qualquer dispositivo, para atender às mais variadas necessidades de consumo e criação de informação.

Mas essa conectividade, cada vez mais presente no relacionamento social do público e aliada ao dinamismo das empresas modernas, tem transformado também os modelos de produção das companhias, ajudando a dissolver, indiretamente, a linha divisória entre a vida pessoal e a profissional das pessoas. Com isso, os usuários possuem cada vez mais o poder de decisão sobre qual tecnologia utilizam para trabalhar e abre-se espaço para novas tendências dentro das organizações. Entre elas, está a chamada Consumerização de TI, que leva à adoção de programas de Cloud e BYOD (Traga seu próprio dispositivo), em ações que alteram a dinâmica das organizações, empregados e departamentos de TI, aumentando o relacionamento das informações pessoais e corporativas.

Para Silvia Barros, gerente de Marketing de Produto para notebooks, ultrabooks e tablets da Dell, este é o resultado da chegada de uma nova geração de profissionais, formada por usuários da mobilidade. “O ambiente de trabalho está mudando. A nova geração de funcionários, habituada ao uso de redes sociais e ao acesso ilimitado à internet, ingressou no mercado. E este grupo está criando um novo conjunto de expectativas sobre a forma como trabalham, ensinam e interagem dentro e fora de suas organizações”, diz a executiva. Com essas mudanças, ela destaca que as próprias exigências estão mais distantes dos modelos antigos, definidos e limitados pelos próprios espaços e redes.

Na opinião de Fábio Ranieri, gerente de Mobilidade da HP, o fato é que as tecnologias móveis ajudam os usuários a desempenharem mais tarefas durante o dia e, na mesma mão, mostram às empresas como tornarem seus processos mais ágeis e efetivos. “Este é um caminho que o mundo ainda está vendo somente o começo. Cada vez mais a mobilidade virá como um suporte ao dia a dia do usuário, seja para ele produzir, viver ou se divertir mais”, avalia o gerente.

A mobilidade permite, desse modo, romper os laços mais estreitos com o ambiente de trabalho e até de casa, permitindo que o usuário produza onde quer que esteja. Esse é o ponto de vista de Erlei Guimarães, diretor de Canais e Desenvolvimento de Negócios da Blackberry no Brasil. O executivo acredita que essa é uma tendência irreversível, principalmente por conta da flexibilidade que une diferentes seções da vida das pessoas. “O futuro da mobilidade é a busca pela integração, promovendo o acesso das pessoas às suas mais diversas telas, seja do computador, tablet, smartphone e até TV, em qualquer lugar”, observa o executivo, ressaltando que esse redimensionamento dos espaços deverá ser vista com frequência em longo prazo.

Dessa maneira, a difusão da tecnologia móvel, além de transformar o modo como os profissionais se relacionam com os recursos, também impulsionam mudanças nas agendas de CIOs, com a meta de saber como as novidades podem gerar ganhos de produtividade.

Segundo Eduardo Gomes, diretor de Vendas Corporativo da Semp Toshiba, os ganhos de produtividade passam pelo entendimento de como aproveitar as tecnologias móveis para o dia a dia das operações. “Afinal de contas, cada vez mais as forças de trabalho precisam de acesso a aplicativos comerciais a qualquer momento, através de smartphones, ultrabooks, tablets e notebooks, mas isso requer esforços cada vez maiores das lideranças das empresas”, avalia o executivo.

Já Arlindo Maluli Junior, diretor de Estratégia e Alianças da Microsoft, observa que o aumento dos dispositivos móveis fez com que as empresas queiram que seus colaboradores estejam disponíveis a todo o momento, alcançando maior agilidade e eficiência. “Hoje, o indivíduo quer assistir a um vídeo, checar seus e-mails e rever sua apresentação no Power Point em qualquer lugar, a qualquer momento e o mais rápido possível. Mas é irreal esperar que as pessoas tenham diferentes aparelhos para cada aspecto de suas vidas, entre o que é pessoal e trabalho”, expõe o executivo.

A aproximação dos conteúdos pessoais e profissionais está cada vez mais em evidência. Contudo, quando feito sem planejamento, a adoção do BYOD pode se transformar em um grande problema. Por isso, é importante que se proponha esforços e soluções que permitam a melhor separação e gestão de dados, como reforça Wanda Linguevis, gerente de Produto de Ultrabook para a América Latina da Intel. “Para os gestores de TI, o grande desafio é lidar com a consumerização, quando os funcionários trazem seus dispositivos pessoais para dentro das empresas. A presença desses dispositivos, se não forem plenamente adaptados aos sistemas da empresa, podem gerar brechas de segurança e comprometer as operações. O gestor de TI precisa balancear a segurança, a produtividade e os desejos dos colaboradores”, sintetiza Wanda.

 

 A BUSCA PELA SEGURANÇA E AS DEMANDAS DO MERCADO

Uma das transformações impostas pela mobilidade, em relação ao modelo tradicional da TI, é a dificuldade para se definir o tráfego de informações fundamentais, tanto para a privacidade dos usuários quanto para as operações das empresas. Nesse campo, além de desenvolver novos dispositivos, algumas exigências ganham espaço.

Por isso, para Roberto Mielle, gerente de Vendas Indiretas & OEM da Motorola Solutions, o crescimento das plataformas móveis no mercado corporativo está atrelado ao desenvolvimento de novas tecnologias e recursos que impactem diretamente à rotina das empresas. “A mobilidade vislumbra dispositivos e soluções com muitas tecnologias embarcadas, servindo como ferramenta multitarefa para os consumidores”, diz o executivo, salientando que a empresa está atenta às requisições das companhias, para prover dispositivos e soluções que ofereçam adoção simplificada e estrutura robusta, para garantir a operação de maneira eficaz.

Outra contingência para o crescimento das ferramentas móveis é a preocupação com a segurança. De acordo com Bruder, do IDC, a mobilidade impõe novas questões para a gestão de conteúdos e dados. “Os dados, que antes estavam alocados dentro de uma rede específica, agora passam a ser acessáveis diretamente por um dispositivo móvel. Isso gera novas demandas de segurança e gestão. É preciso observar quem terá acesso às informações e como fazer este tráfego de maneira segura e confiável”, explica o analista.

Guimarães, da Blackberry, acrescenta que a expansão das plataformas móveis trouxe consigo muitas dúvidas, sobre como manter a estrutura completamente confiável. “Embora essas novidades nos mostrem uma série de benefícios, é verdade que elas escondem, também, alguns riscos, que agora as pessoas e empresas começaram a se dar conta. São questões que envolvem a segurança das informações, ainda mais com os recentes escândalos de espionagem”, diz o diretor. Por isso, ele avalia que os usuários têm procurado soluções com maior eficiência e proteção, para evitar problemas futuros.

 Neste quesito, as empresas estão buscando novas soluções, para diferentes demandas de operações. Para Ranieri, da HP, o primeiro passo é entender quais são as variáveis impostas pela mobilidade e como ajustá-la às operações da empresa. “Não adianta apenas falar de mobilidade, é necessário entender como esse conceito se aplica no contexto e como melhorará o desempenho da empresa”, avalia o executivo. O grande desafio é buscar algo que será útil à empresa, interessante para seu usuário e, principalmente, seguro para os dois.

A coexistência de dados pessoais e de trabalho resulta, todavia, em maior dificuldade para a aplicação de segurança. Para separar essas esferas, muitas empresas têm adotado aplicativos que criam ambientes separados, sem a integração dos ambientes particular e privado. Protegidos por senhas e certificações criptografadas, essas plataformas impedem o acesso indesejado por terceiros e dificulta o vazamento de informações sigilosas. “A segurança deve ser uma preocupação para os usuários. Para dispositivos móveis, é necessário contar com um antivírus e com recursos que protejam os dados pessoais, em caso de perda do equipamento. Há programas gratuitos que também garantem bloqueio remoto e exclusão de dados”, destaca Soares, da Positivo. 

Os tipos mais comuns de controle são os Mobile Device Management (MDM), que fazem o gerenciamento, controle a aprimoramento da segurança dos dispositivos, controlando o acesso e permitindo o acesso remoto, por parte das empresas. Outra solução é o Mobile Application Management (MAM), que instala um ambiente separado, sem acesso geral ao aparelho.

Além disso, para evitar problemas, muitas empresas restringem o tipo de dado com permissão de acesso móvel. Dados mais sigilosos, por sua vez, continuam protegidos por esferas mais restritas para visualização e produção. Ambas as condições, no entanto, exigem projetos definidos e elaborados de acordo com as expectativas e necessidades do processo em que a empresa pretende adotar os recursos de mobilidade.

ESPAÇO PARA CANAIS

Seja pela presença dos recursos no ambiente pessoal dos usuários ou por conta dos ganhos que a mobilidade pode representar às corporações, as tecnologias móveis não podem ser ignoradas. Apesar dessa situação aparentemente inevitável, a adoção de ferramentas apoiadas pela acessibilidade em qualquer horário e local, exige atenção e, além disso, muito conhecimento para evitar desgastes e problemas.

Para Silvia, da Dell, a mobilidade impõe quatro pontos a serem observados em sua implementação. “Para garantir a efetividade na adoção de soluções móveis no ambiente empresarial, é preciso cuidar do gerenciamento das aplicações; da infraestrutura necessária para implantar e proteger a rede; da segurança, protegendo os dados da extremidade (dispositivo) até a central; e da capacitação de aplicação, com a disponibilização de aplicativos que permitam que o trabalho seja feito, com uma boa experiência de uso”, sintetiza a executiva.

Em todo esse processo, os canais podem ser vitais para o sucesso das adoções. “Os parceiros são fundamentais para fomentar novas tecnologias, pois estão muito próximos dos consumidores e do mercado corporativo. Além disso, conseguem ter uma abordagem clara, destacando os benefícios de cada produto e orientando a melhor compra dos clientes”, analisa Daniela Andrade, gerente de Marketing de Canais da Intel.

O êxito desse trabalho, para as revendas, passa pelo conhecimento nas mais diversas áreas de atuação. Essa é a dica de Mielle, da Motorola Solutions. “É preciso buscar sempre a capacitação, qualificação e alinhamento dos produtos e soluções com a fabricante, e adicionalmente, ficar atento às mudanças e novas adoções do mercado, para que possa sempre adaptar e flexibilizar a solução proposta para atender o cliente final”, revela o executivo.

Este também é o ponto de vista de Gomes, da Semp Toshiba. “É indispensável para os canais buscar a capacitação técnica para integrar estes equipamentos nos mais variados ambientes e ter a capacidade de demonstrar como a mobilidade pode colaborar para o aumento da produtividade dos seus clientes”, reforça.

Além disso, o conhecimento pode trazer novas possibilidades de aumentar os ganhos. Guimarães, da Blackberry, defende que o mercado necessita de canais com maior domínio sobre o tema. “Hoje, são poucos os canais capacitados a tratar do tema mobilidade. Este é um tema muito discutido, mas é uma área pouco explorada pelas revendas. Para isso, é preciso investir no treinamento e capacitação dos profissionais, para fazer desde a pré-venda, com a consultoria para os clientes, até o pós-venda, auxiliando a implementação e gerenciamento dos sistemas”, conclui o executivo, apontando que, a partir daí, os parceiros terão novas oportunidades de negócios.

Com programa de canal à disposição das revendas, a Samsung vê na área de mobilidade uma importante arma para os negócios, na venda de dispositivos como celulares, tablets e câmeras e também na possibilidade de serviços focados em tecnologias móveis. Para isso, a empresa oferece suporte amplo, que orienta os canais para conhecerem as soluções mais adequadas para as exigências do mercado. “Queremos que nossos parceiros conheçam bem todas as características dos produtos Samsung, para mostrar ao mercado as soluções que os clientes necessitam para ganhar em mobilidade, produtividade e segurança de dados”, destaca Patrocinio.

Barbara, da LG, por sua vez, destaca que uma ação fundamental, para o mercado, é entender o que o público deseja. “O setor de tecnologia procura trazer soluções para facilitar a vida das pessoas e uma das grandes demandas do momento refere-se à conectividade. Todos querem ter acesso às internet o tempo todo. E a LG está alinhada a estas demandas sempre buscando oferecer as soluções que fazem mais sentido para seus consumidores”, resume a diretora.

 Apostar nos dispositivos que facilitem a interação dos usuários com a rede mundial de computadores também é a dica de Soares, da Positivo. “Acreditamos que o sucesso das revendas do segmento depende da capacidade de oferecer ao cliente uma gama de opções de aparelhos focadas em conectividade”, afirma. Além disso, o executivo frisa a importância de se preparar para antecipar e suprir as reais preocupações do público, com variedade de recursos e opções.

Esta também é a orientação de Maluli, da Microsoft. Ele destaca que os pontos de venda devem atentar-se aos lançamentos e tecnologias que ampliem a satisfação dos clientes e empresas, em aparelhos, aplicações e serviços, para oferecer o produto certo para cada consumidor. “As ofertas sempre vão para o mercado por meio de canais Microsoft e Nokia, que recentemente teve sua unidade de celulares comprada pela desenvolvedora. Também há a necessidade de se investir na modernização de aplicações para o mundo touch no mercado corporativo e de apps públicas, que são desenvolvidas sempre com o apoio de nossos parceiros”, salienta o diretor.

Investir em variedade, com lançamentos que atendam as demandas dos clientes, e estar preparado para encontrar soluções e serviços que promovam maior mobilidade, sem deixar de lado requisitos fundamentais, como segurança e eficiência. Tudo isso pode auxiliar os canais a alavancarem os negócios na era da mobilidade, para os clientes finais ou mercado corporativo. Mas a principal dica é a atenção. Afinal de contas, a tecnologia móvel não pode mais ser deixada para o futuro. É preciso conhecê-la agora e dar o primeiro passo, para que o sucesso venha. Hoje e sempre.